A navegação subaquática, seja para mergulhadores ou robôs, sempre foi um desafio. Agora, a Inteligência Artificial está mudando esse cenário, prometendo mais segurança e eficiência.
No MIT Lincoln Laboratory, a estagiária Ivy Mahncke desenvolveu e testou algoritmos inovadores que auxiliam tanto humanos quanto máquinas na exploração aquática.
IA: Nova era da navegação subaquática
A pesquisa de Mahncke foca em resolver problemas críticos de navegação em ambientes aquáticos. A baixa visibilidade e a ausência de GPS tornam a localização um verdadeiro quebra-cabeça.
Seus algoritmos permitem que robôs mapeiem o ambiente e guiem mergulhadores de forma mais precisa, mesmo em condições adversas com visibilidade de apenas 1 metro.
Tecnologia para desafios extremos
O projeto envolveu a criação de um sistema de rede de sensores acústicos. Este sistema é fundamental para que robôs subaquáticos, como o BlueROV2, consigam se localizar.
Os desafios eram imensos. A equipe teve que lidar com um oceano de dados e superar gargalos de comunicação, onde a taxa de transmissão é de apenas 100 bytes por segundo.
"A parte mais interessante para mim foi aprender sobre esses diferentes gargalos de comunicação, tanto acústicos e visuais quanto para onde a autonomia dos robôs subaquáticos está indo no futuro", disse Mahncke.
Robôs que 'enxergam' e 'pensam'
Os robôs não só coletam imagens de sonar e vídeo, mas também usam IA para mapear e identificar objetos. Isso os torna companheiros ideais para mergulhadores em missões de alto risco.
A tecnologia desenvolvida pode ser usada em diversas aplicações, desde exploração científica até inspeções de infraestrutura e missões de busca e resgate. Como acompanhamos aqui no Vibe Coding Brasil, a IA tem se mostrado cada vez mais versátil.