Ah, SimCity 3000. Para muitos, a versão definitiva da simulação de cidades, construída sobre uma versão aprimorada da engine do SimCity 2000 e com aquela arte isométrica milimetricamente desenhada. Um equilíbrio que dava a sensação de que o jogo podia ser dominado, sem entregar tudo de bandeja.
E claro, uma trilha sonora Jazz/New Age em alta resolução. O problema é que, como todo bom clássico, rodá-lo em máquinas atuais pode ser um desafio. Mas não se preocupe: é totalmente possível.
O autor do guia instalou o jogo usando seu CD-ROM original, uma "Scholastic Edition" que ele possui desde a infância. A instalação em um sistema moderno – Windows 10 LTSC 2021, com um Ryzen 5 3600, Radeon Rx 7600 e 48 GB de RAM – transcorreu sem grandes percalços. No entanto, a experiência inicial revelou uma série de problemas que tornavam o jogo, digamos, pouco jogável:
Não havia suporte para monitores widescreen.
As únicas resoluções suportadas eram antiquadas, como 800x600 e 1024x768.
O jogo apresentava lentidão ao rolar o mapa.
Em contraste, também acelerava em outros momentos durante a rolagem.
Havia uma notável lentidão após carregar uma cidade.
A música não tocava sem o CD, e algumas faixas estavam simplesmente ausentes.
Certos blocos do mapa mostravam gráficos ausentes por alguns segundos antes de serem renderizados.
SimCity 3000 é o melhor SimCity. É construído sobre uma versão aprimorada do motor Sc2K. Apresenta arte isométrica, elaborada pixel a pixel. Ele atinge o equilíbrio certo de recursos e complexidade; parece que poderia ser dominado, mas sem te mimar. Também tem uma OST Jazzy/new age de alta resolução.
Como resolver os problemas em sistemas modernos
A boa notícia é que, segundo o autor, cada um desses problemas tinha uma solução. Ele detalha as etapas e tweaks necessários para que o velho SimCity 3000 funcione perfeitamente. O objetivo é transformá-lo em uma experiência fluida, sem os engasgos que um sistema operacional mais recente tende a impor.
Desde o suporte a resoluções atuais, como o 4K, até a reprodução da trilha sonora sem a necessidade do disco físico, as modificações propostas buscam resgatar a experiência original, mas adaptada aos computadores de hoje. O guia serve como um lembrete de que, com um pouco de paciência e as ferramentas certas, podemos dar uma nova vida a clássicos que, de outra forma, ficariam presos no passado.
O autor conclui que, ao final de seu processo de otimização, o jogo se comporta como nos bons tempos, mas com a nitidez e o espaço de tela que monitores 4K oferecem. A proposta é clara: não precisa pagar pelo mesmo jogo duas vezes, basta saber ajustá-lo.